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Paulo Vintém

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Paulo Vintém

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Paulo Vintém (Montijo, 18 de abril de 1979) é um cantor português. Foi um dos elementos da banda D’ZRT.

Antes de iniciar a sua carreira como ator, trabalhou como operador de câmara, como bailarino free-lancer e ainda deu aulas de dança (Hip hop) em ginásios. Pratica muitos desportos, sendo o seu preferido o paraquedismo.

Celebrizou-se pela sua atuação como Topê na série televisiva Morangos com Açúcar. Participou na Operação Triunfo 2.

Para além de tocar guitarra, Paulo Vintém também tem noções de bateria e de mais alguns instrumentos. Mora em Sintra e estudou no Instituto Politécnico de Setúbal.

Fez de Troy Bolton na versão portuguesa em teatro de “High School Musical”. Em 2012, participou no programa televisivo “A Tua Cara Não Me É Estranha”, na “TVI”. Em 2013, participou no talent-show da RTP1 “Feitos ao Bife”. Em 2013, substitui Rita Pereirano talent-show da TVI “Dança com as Estrelas”. Em 2015 atuou na série “ONREC” no +TVI.

O álbum de estreia chama-se Vintém e tem o seguinte alinhamento:

  1. Sei no que estás a pensar
  2. O tempo voa…
  3. Ansiedade…
  4. Quem foi…
  5. É só conversa! (participação de Áurea & Calado)
  6. Weha
  7. Acabou!
  8. Quem será que eu vou ver
  9. Dentro do meu sonho
  10. Ver os dias a passar
  11. Levo a vida a sorrir
  12. Mais 1 dia a viajar
  13. Preciso de te ouvir
  14. Ansiedade… (versão)

Paulo Gonzo

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Paulo Gonzo

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Alberto Ferreira Paulo (Lisboa, 1 de novembro de 1956), mais conhecido pelo nome artístico de Paulo Gonzo, é um conhecido cantor português.

Foi fundador do grupo Go Graal Blues Band. Com a banda grava discos como Go Graal Blues Band, White Traffic ou So Down Train.

Em 1984 começa uma carreira a solo, a par do seu trabalho na banda, lançando em 1986 o álbum My Desire apenas com covers.

Em 1992 resolve lançar o seu primeiro disco cantado em português, Pedras da Calçada onde se encontra uma primeira versão do tema Jardins Proibidos.

Em Novembro de 1993 é publicada a colectânea “My Best” com os seus maiores sucessos em inglês.

O álbum Fora d’Horas, com produção de Frank Darcel, é editado em 1995. O disco inclui letras de Pedro Abrunhosa (“Lugares” e “Acordar”), Rui Reininho e Pedro Malaquias. Outros convidados são Xavier «Tox» Geronimi, Zé Pedro, João Cabeleira, Nani Teixeira, Sapo e Gus Till. Leve Beijo Triste, Duas Manas e Heróis do Bar são outras das canções.

Nos Prémios Blitz 1995 vence o prémio de melhor voz masculina sendo também nomeado para melhor artista masculino.

Em 1997, Paulo Gonzo lança a compilação Quase Tudo que conseguiu a proeza de ser Sêxtupla Platina. Os maiores sucessos deste disco são uma nova versão de Jardins Proibidos com a participação de Olavo Bilac e Dei-te Quase Tudo.

Em 1998 é editado o álbum Suspeito com produção de Frank Darcel e com uma participação especial de James Cotton (ex-trompetista de Miles Davis). É continuada a parceria de Paulo Gonzo com o letrista Pedro Malaquias e com Rui Reininho (em Eco Aqui e na adaptação de These Foolish Things). Outros temas são Pagava P’ra Ver, Ser Suspeito e Fogo Preso. O disco atinge o galardão de Platina.

Ao Vivo Unplugged, gravado ao vivo nos Estúdios Valentim de Carvalho, é editado em 1999. O disco revisita uma grande parte do percurso a solo de Paulo Gonzo. Como convidados aparecem o pianista Bernardo Sassetti, Rui Reininho participa em Coisas Soltas, Tim participa na versão acústica de Chuva Dissolvente e Zé Pedro toca em Curva Fatal.

O álbum Mau Feitio, gravado na Bélgica, é editado em 2001. Tito Paris e African Voices são alguns dos convidados do disco.

Por ocasião do Campeonato do Mundo de Futebol da Coreia e Japão, de 2002, lança o single Mundial que também foi incluído na compilação oficial do Campeonato do Mundo de Futebol de 2002.

Ainda em 2002 é lançado um single com Somos Benfica, o hino que Paulo Gonzo compôs em parceria com António Melo e Rui Fingers.

Em julho de 2003 é reeditado o disco Ao Vivo Unplugged com a inclusão de um DVD.

O álbum Paulo Gonzo é lançado em (2005). Em 2007 é lançado Paulo Gonzo ao Vivo no Coliseu e a compilação Perfil – Paulo Gonzo.

Em 2010 volta ao inglês com o disco By Request. Em 2011 lança o álbum Só Gestos.

O disco Duetos é lançado em 2013.

Atualmente dá a voz ao genérico musical da telenovela da SIC, “Amor Maior” em conjunto com a fadista Raquel Tavares. O tema é uma readaptação do tema de Jota Quest, uma banda brasileira, Amor Maior. O

Paulo Brissos

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Paulo Brissos

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Paulo Jorge do Carmo Brissos mais conhecido por Paulo Brissos (Vila Franca de Xira, Vila Franca de Xira, 19 de Maio de 1970) é um cantor português.

Aos 13 anos de idade começou a aprender música na escola de música do Ateneu Artístico Vilafranquense onde tocou clarinete. Mais tarde aprendeu sózinho a tocar guitarra e começa a cantar e a compor as suas canções. Em 1986 começa a cantar nos bares de Lisboa abrindo portas para participar em programas apresentados por Júlio Isídro na RTP como “ET” e “Sons do Sol”.

Participou pela primeira vez no Festival RTP da Canção em 1991 com o grupo vocal “Blocco” do qual fazia parte também Ricardo Carriço. Em 1993 participou a solo no Festival RTP da Canção com o tema “No Dia Seguinte” de Jan Van Dijck e Nuno Gomes dos Santos.

Em 1994 editou o seu primeiro disco de originais de nome “People Amigo” pela editora Movieplay. Em 1997 assina contrato com a multinacional Polygram de onde sai o álbum “Criação”. “Serás Tu” atingiu o top de airplay na Rádio Renascença e na Rádio Comercial e fez parte da banda sonora da novela da RTP “Terra Mãe”.

Em 2000 lança o single “Curte de Verão” através da indepedente Outthere Records.

Lança mais tarde de forma independente o EP “Sete e Meia” e o álbum “Direitas” de onde é extraído o tema “Mulher Ideal” para a novela “Olhar da Serpente” da SIC. Participou como cantor residente no programa “Parque Maior” da RTP. Produziu os primeiros discos de Sérgio Rossi e Paula Teixeira e como compositor de canções, participou com temas nos discos de Excesso, Sérgio Rossi, Paula Teixeira, Adelaide Ferreira e Ana Isabel Baptista.

Em 2007 formou-se em produção musical no Valencia Community College e em 2008 lança o seu primeiro CD/DVD ao vivo “Concerto Acústico”. A nova versão de “Serás Tu” fez parte da banda sonora da novela “Sentimentos” da TVI.

Faz a banda sonora da Curta-Metragem “As Maltratadas”.

Em 2012 edita “Pop Blues”, um álbum com muitas influências de Blues. No ano seguinte promove o single “Magenta”.

Em 2014 grava uma versáo de tema de Nuno Filipe para as emissões da RDP-Antena1 dedicadas a relembrar temas que lembram o 25 de Abril.

Patrícia Candoso

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Patrícia Candoso

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Patrícia Susana Fonseca Candoso mais conhecida por Patrícia Candoso (Cascais, Cascais, 3 de Setembro de 1981) é uma cantora e actriz portuguesa.

É licenciada em Ciências da Comunicação pela Universidade Independente de Lisboa e é multifacetada na área artística. Participou em sucessos como Morangos Com Açúcar e Mundo Meu.

Em 2001 estreia-se em televisão na telenovela Sonhos Traídos da TVI.

Aparece na primeira temporada de “Morangos com Açúcar” onde interpretava a personagem Sara Lencastre que também cantava. Após o sucesso na série grava um single com os temas “Todo O Teu Tempo”, “Over My Heart” e Don’t Let Me Be Misunderstood” (incluído na edição especial da banda sonora) e em Dezembro de 2004 lançou o álbum O Outro Lado que atigiu o 4º lugar no top de vendas.

Aparece entretanto na telenovela “Mundo Meu” da TVI. Um Só Olhar é o nome do seu segundo disco lançado em (28 de junho de 2006). Ainda em 2006 é convidada para apresentar o programa Destinos.pt conjuntamente com João Catarré.

Em 2010 foi autora (texto e músicas) da peça de teatro musical infantil “O Feiticeiro da Neve”, que encenou e protagonizou. Ainda nesse ano começa a apresentar o programa Koisas Kuriosas da SIC K.

Canta o tema de genérico da novela “Doce Tentação”, estreada em janeiro de 2012. Nesse ano iniciou as gravações da novela “Louco Amor” onde interpreta Bia, uma empregada da Broadway.

Desempenha o papel de Teresa Colaço em “Os Nossos Dias” da RTP (2015).

Né Ladeiras

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Né Ladeiras

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Né Ladeiras é o nome artístico da cantora portuguesa Maria de Nazaré de Azevedo Sobral Ladeiras (Porto, 10 de Agosto de 1959).

Nasceu numa família com grandes afinidades com a música. A mãe cantava em programas de rádio, o pai tocava viola e o avô materno tocava guitarra portuguesa, braguesa, cavaquinho e instrumentos de percussão. Com 6 anos participa no Festival dos Pequenos Cantores da Figueira da Foz. Durante a sua adolescência integra vários projectos musicais, entre os quais um duo acústico formado com uma amiga da escola.

A sua carreira musical começou realmente com a fundação, em 1974, com diversos amigos, da Brigada Victor Jara, projecto no qual tocavam sobretudo música latino-americana tendo participado em diversas campanhas de animação cultural do MFA(Movimento de Forças Armadas) e de trabalho voluntário. O interesse do grupo pela música tradicional portuguesa só se manifesta nos últimos meses de 1976, após realizarem diversos espectáculos pelo país e aí “descobrirem” as potencialidades e qualidade da nossa tradição musical.

Em 1977, na sequência de uma actuação na FIL (Feira Internacional de Lisboa), mantêm contactos com a editora Mundo Novo (associada à editorial Caminho), para a qual gravam, durante dois dias, o álbum Eito Fora, que é editado nesse mesmo ano. Né Ladeiras interpreta, neste disco, um dos temas mais conhecidos, Marião com base num tradicional de Trás-os-Montes.

No ano seguinte, Né Ladeiras participa ainda nas gravações do segundo álbum da Brigada Victor Jara intitulado Tamborileiro. Em 1979, após se separar da Brigada, Né Ladeiras junta-se ao agrupamento Trovante, ainda antes de este alcançar sucesso, com o qual grava o single Toca a Reunir.

 Né Ladeiras em 1978 Brigada Victor Jara

Na altura da gravidez do seu primeiro filho, Né Ladeiras fica em casa e é nessa altura que é convidada pelos Trovante que já andavam há muito tempo à procura de uma voz feminina. Fizeram alguns espectáculos e toda a preparação de Baile do Bosque. Quase todas as músicas da maqueta apresentada às editoras eram cantadas por Né Ladeiras.

Entre 1980 e 1982, integra um dos projectos mais inovadores da música portuguesa, a Banda do Casaco, fundada em 1973 por Nuno Rodrigues e António Pinho (ex- Filarmónica Fraude). Né Ladeiras participa na gravação dos álbuns No Jardim da Celeste (em 1981) e Também Eu (em 1982) que incluíam alguns dos maiores sucessos do grupo, como sejam Natação Obrigatória e Salvé Maravilha.

O primeiro trabalho a solo de Né Ladeiras, Alhur, é editado em 1982 pela Valentim de Carvalho. O disco, um EP (ou máxi-single) composto por quatro temas da autoria de Miguel Esteves Cardoso (letras) e Né Ladeiras (músicas), regista a participação de Ricardo Camacho na produção e dos Heróis do Mar como músicos de estúdio. Alhur é um disco que fala de águas, desde as águas régias do pensamento às águas salgadas dos oceanos e das lágrimas.

Né Ladeiras retribuiu, nesse mesmo ano, a colaboração com os Heróis do Mar, participando no maxi-single de Amor, que se tornou um grande êxito comercial.

Colabora com Miguel Esteves Cardoso num duplo álbum intitulado Hotel Amen que não chega a ser gravado.

Em 1984 é editado pela Valentim de Carvalho o álbum, Sonho Azul, com produção de Pedro Ayres Magalhães (membro dos Heróis do Mar e futuro mentor dos Madredeus e Resistência), que também assina as letras e partilha, com Né Ladeiras, a composição das músicas. O disco é dedicado a todas as pessoas que fizeram do cinzento um “Sonho azul” e ao filho Miguel. Dos oito temas, os que obtém maior notoriedade são: Sonho Azul, Em Coimbra Serei Tua e Tu e Eu.

Participa no Festival RTP da Canção de 1986 com “Dessas Juras que se Fazem”, um inédito de Carlos Tê e Rui Veloso.

Em 1988 integra o projecto Ana E Suas Irmãs, idealizado por Nuno Rodrigues – seu colega na Banda do Casaco e então director da editora Transmédia. O grupo concorre ao Festival RTP da Canção de 1988 com o tema Nono Andar, sendo apresentado como um conjunto mistério. No entanto, Né Ladeiras não participa no certame, colaborando apenas na edição em single.

Em 1989 lança um álbum dedicado à atriz sueca Greta Garbo, Corsária, fruto de um projecto de pesquisa, o que, aliás, é bem característico do trabalho a solo de Né Ladeiras. A produção e arranjos estiveram a cargo de Luís Cília. As músicas são compostas por si, sendo as letras da autoria de Alma Om. O disco não obtém uma grande divulgação, principalmente porque a editora abre falência pouco tempo após a edição do disco.

Colabora igualmente com a rádio, outra das suas paixões, em rádios de Coimbra, Antena 1 e TSF. E, posteriormente, em resultado de algum desencantamento com a música, retira-se da actividade musical.

Em 1993 participa nas gravações de “Matar Saudades”, tema bónus incluído na edição em CD do disco Banda do Casaco com Ti Chitas.

Entre Janeiro de 1993 e Outubro de 1994, Né Ladeiras grava, com produção de Luís Pedro Fonseca, o seu quarto álbum, Traz-os-Montes, uma produção da Almalusa com edição da EMI-Valentim de Carvalho, que resulta de dois anos de pesquisa de material relacionado com a música e a cultura tradicionais transmontanas (onde veio a descobrir raízes na família), nomeadamente as recolhas efectuadas por Michel Giacometti e por Jorge e Margot Dias. O disco recebeu o Prémio José Afonso.

A qualidade de temas como Çarandilheira e Beijai o Menino fazem deste disco, que é a revisitação de temas tradicionais transmontanos interpretados em língua mirandesa, a sua obra-prima e um dos melhores discos de sempre da música portuguesa.

No Natal de 1995 é editado o álbum Espanta Espíritos, disco de natal idealizado e produzido por Manuel Faria (seu colega nos tempos dos Trovante), no qual participam diversos artistas, entre os quais se destaca Né Ladeiras que interpreta o tema “A Lenda da Estrela” com letra de João Monge e música de João Gil.

Em 1996 participa na compilação A Cantar com Xabarin, Vol. III e IV, proposta pelo programa da TV Galiza, com o tema Viva a Música! composto por Né Ladeiras e Bruno Candeias, no qual participam, nos coros, os seus filhos Eduardo e João.

O álbum Todo Este Céu, editado em (1997), é inteiramente dedicado às canções de Fausto, compositor popular português.

No álbum-compilação A Voz e a Guitarra faz incluir o tema As Asas do brasileiro Chico César e uma nova versão de La Molinera que conta com a participação do guitarrista Pedro Jóia.

Durante a Expo ’98 partilha Afinidades com Chico César numa iniciativa que “desafia cantoras nacionais a conceberem um espectáculo para o qual convidam um ou uma vocalista que seja para elas uma referência.” Os dois intérpretes participam igualmente no programa Atlântico da RTP/TV Cultura.

Em 1999 inicia no Castelo de Montemor-o-Velho as gravações de um disco de cantares religiosos e pagãos com a produção de Hector Zazou. Nele participam músicos portugueses como os Gaiteiros de Lisboa, Pedro Oliveira, João Nuno Represas, passando por um grupo de adufeiras do Paul e ainda a colaboração, em algumas faixas, de Brendan Perry, Ryuichi Sakamoto e John Cale. Por divergências de reportório com o mítico produtor, Né Ladeiras decide não continuar com as gravações e dá por finda a sua realização. Meses mais tarde outros nomes são indicados para a produção do disco Tim Whelan e Hamilton Lee dos Transglobal Underground e novos arranjos são elaborados pelos músicos britânicos. Apesar dos esforços da cantora e dos novos produtores o álbum não chega a ser gravado.

Colabora no disco Sexto Sentido que marcou o regresso da Sétima Legião. Em 2000 é editada a colectânea Cantigas de Amigos com produção de João Balão e Moz Carrapa.

Anamar, Né Ladeiras e Pilar Homem de Melo juntaram-se em concerto, por iniciativa de Tiago Torres da Silva, em dois concertos realizados no mês de Novembro de 2000.

O álbum Da Minha Voz, de (2001), têm várias músicas do brasileiro Chico César e teve lançamento no Brasil em espetáculos realizados em São Paulo, com a orquestra do Teatro Municipal de São Paulo e com o grupo Mawaca. A imprensa brasileira teceu críticas positivas e elogiou, sobretudo, a voz grave e segura de Né Ladeiras. O disco conta com a participação de Ney Matogrosso, curiosamente cantando sozinho o tema “Sereia”.

Ao mesmo tempo foi delineando outros projectos: um disco inspirado nas pinturas de Frida Kahlo e um outro disco de homenagem à escritora Isabelle Eberhardt (escritora convertida ao Islão, autora de “Escritos no Deserto”) contando, para isso, com as letras de Tiago Torres da Silva.

Em 2002 foi editado o disco Anamar, Né Ladeiras, Pilar – Ao Vivo.

É editada uma compilação com os discos Alhur e Sonho Azul.

Em Abril de 2010 iniciou a gravação de um novo disco com composições suas e letras de Tiago Torres da Silva na alcaidaria do castelo de Torres Novas. Conta com as participações de Vasco Ribeiro Casais (Dazkarieh), Nuno Patrício (Blasted Mechanism), Francesco Valente (Terrakota), Corvos, Lara Li e Mísia.

Nucha

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Nucha

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Nucha pseudónimo de Cristina Isabel dos Santos Baldaia Trindade (Águeda, 21 de Junho de 1966) é uma cantora portuguesa, vencedora do festival da canção em 1990.

A carreira de Nucha começou quando a cantora tinha apenas treze anos. Cantou em bares e fez publicidade para rádio e televisão e, alguns anos mais tarde, optou por se dedicar à música a tempo inteiro.

Com dezasseis anos, formou o duo KutchiKutchi com Marité (Maria Leon), tendo, no ano seguinte, integrado um espectáculo de Fernando Pereira que lhe proporcionou visitar Portugal de norte a sul durante dois anos, bem como algumas comunidades portuguesas no estrangeiro. Para além disso, foi convidada para se juntar aos coros dos concertos de Rui Veloso, que tiveram lugar no Coliseu de Lisboa e no Rivoli do Porto.

Foi a partir de 1988 que Nucha começou a dar mais atenção à sua carreira a solo, pelo que decidiu então participar em festivais em busca de uma grande oportunidade. O primeiro foi o Prémio Nacional da Música, realizado na Figueira da Foz, onde apresentou um tema assinado por Luís Filipe, intitulado “Se Calhar”.

Da Figueira partiu para a Turquia, país onde representou Portugal no Festival CESME, com a canção “It Will Never Be the Same”.

Dois anos depois (1990) vence o Festival RTP da Canção com o tema “Sempre, Há Sempre Alguém”. A cantora foi representar o país a Zagreb, na ex-Jugoslávia, no Festival da Eurovisão. Ainda em 1990, foi a Hollywood, Estados Unidos, onde recebeu o prémio IMOF (International Market Festival Echanges of Cultural Events) que tinha vencido na Holanda.

Seguiu-se uma passagem pela Finlândia, em 1991, onde Nucha participou no Midnight Sun Contest, com a canção “Porta Proibida”. O primeiro álbum de originais, “Tu Vais Ver”, chegou finalmente em 1992, servindo de mote a uma longa digressão por Portugal.

Dois anos depois, “Todos Me Querem” viu a luz do dia, e revelou-se um verdadeiro sucesso de vendas.

Em 1995, a cantora desempenhou o papel de apresentadora de televisão no programa “Casados de Fresco” da RTP1. No ano seguinte regressou à música com o álbum “Sedução” produzido por Roberto Leal.

O trabalho seguinte chegou às lojas em 1997 e chamou-se “Anda (Que Eu Vou Ficar à Janela)”. Nucha assinou grande parte das letras e a música era de Filipe Neves.

O disco “Luz” data de 1998 e produziu o êxito “Viver sem ti (não pode ser)”, uma versão de “All By Myself” que esteve na base do sucesso de vendas do álbum.

O ano de 1999 foi marcado por uma mudança de visual, que se traduziu num novo corte de cabelo. As gravações do disco “Destino” decorreram nos estúdios Yahoo, no Rio de Janeiro, com a produção do brasileiro José Henrique. A edição foi da SantaClaus de Ediberto Lima.

“Deus Cuida de Mim”, editado em 2002, marcou uma viragem na carreira e foi o seu primeiro trabalho cristão com produção de David Neutel. “Comigo Estás” conta com a participação de Carlos Ança.

“Para Ti” é um trabalho onde quase todas as letras e músicas são assinadas por ela e por David Neutel. Trata-se de um disco mais acústico e com algumas participações especiais. Em 2004 é eleita “Rainha da Canção 2004”.

Em 2005 lança uma nova versão de “Sempre, há sempre alguém” e uma balada pop-rock “Por ti sinto desejo” que conta com a assinatura de Ménito Ramos. Corre o País em 2006 com o tour “Tributo ao Festival da Canção” junto com Anabela, Paulo de Cavalho, Duarte Mendes e Fernando Pereira acompanhados por uma orquestra dirigida por Armindo Neves.

2007 é o ano de “Regresso” que marca o regresso de Nucha às origens do Rock e dos Blues e o regresso à Editora Ovação que foi uma das suas primeiras editoras. Um CD em que Rafael Artesero é o produtor e compositor.

Começa o ano de 2009 com uma nova participação no Festival RTP da Canção, desta vez com um tema feito para o efeito.

Lança o álbum “Num instante tudo muda”. Um dos convidados é Nuno Barroso.

Em 2013, Nucha foi uma das concorrentes do Big Brother VIP.

Nel Monteiro

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Nel Monteiro

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Nel Monteiro (Barrô, Resende, 11 de Maio de 1947) é um cantor pimba português. É autor-interprete das suas canções. Em 2009 comemorou o 25º aniversário de carreira.

Manuel Teixeira Monteiro nasceu em Barrô – Resende a 11 de maio de 1947 mas foi criado no concelho de Santa Marta de Penaguião.

O seu disco de estreia foi gravado, em Dezembro de 1984, com o conhecido maestro Jorge Machado. Os maiores sucessos desse disco foram “Azar na Praia” e “Allô, Allô Maria Antónia”.

Em 1985 gravou o disco “Retrato Sagrado”. O tema foi gravado mais tarde por Candida Branca-Flor.

Em 1991 forma Orquestra Lusitana para o acompanhar ao vivo nos seus espectáculos. Depois de 9 anos na editora Edisco assina com a multinacional Sony Music.

Na Sony lança os álbuns “Bronca na discoteca”, “Esta miúda (dá-me cabo da cabeça)”e “Bife à portuguesa”.

Forma a sua própria editora (DISCODOURO) e a distribuidora MUSICADOURO ambas as empresas sedeada em Albergaria-a-Velha. Lança o trabalho “Douro Vinhateiro” em homenagem à sua região natal.

Em 2006 é editado o disco “PVMC”. Grava “Casamento à Portuguesa” com Tânia. Em 2007 lança o disco “Comboio do Forró”.

Escreve o seu “Hino da Selecção Portuguesa Euro 2008″. Nel Monteiro e Andreynna apresentam uma “Canção de Natal” na TVI.

Em 2009, a comemorar 25 anos de carreira, lança o disco “Santa Miquelina”. Trata-se de uma homenagem ao seu sucesso “Retrato Sagrado”.

Mónica Sintra

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Mónica Sintra

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Mónica Sintra, nome artístico de Mónica Alexandra Correia Cachopo (Lisboa, 10 de Junho de 1978) é uma cantora portuguesa.

Em 1992, pertenceu aos Jovens Cantores de Lisboa, coro dirigido pela cantora Ana Faria e, nesse mesmo ano, participou num concurso musical do programa de televisão “Momentos de Glória”, da TVI, onde obteve o primeiro lugar.

No ano de 1995 iniciou aulas de canto com a professora Cristina de Castro. Nesse ano lança o seu disco de estreia Tu És o Meu Herói. É também nesta altura que ingressa no corpo voluntário dos Bombeiros de Sintra, actividade pela qual se torna muito querida do público.

Em 1997 participou no projecto De mãos dadas, lançado pela editora Lusosom, com artistas como Claudisabel, Chiquita, António Rosa, Hugo Manuel, Nelo Ferreira, Miguel Moreno, Sandra Helena, Maria Mendes, Sérgio Agón, Jessé, Sérgio Nunes, Miguel Rivotti e Karla & Paquito.

Em 1998, com a gravação do disco “Afinal havia outra”, recebe o seu primeiro disco de platina, galardão que repete no ano seguinte com o disco “Na minha cama com ela”.

No ano de 2004 participa na revista “Arre Potter, que é Demais”, no Parque Mayer. É lançado o livro “A um Passo do Abismo”.

Em 2006 lançou o disco À Espera de Ti que marcou um ponto de viragem na carreira da cantora. Dois anos depois é editadoAcredita.

Participa no projecto Coração Português com nomes como José Alberto Reis e Pedro Camilo. 2011 é o ano de Um Grande Amor que teve produção de Ménito Ramos. Nesse ano nasce o seu filho Duarte.

Presentemente continua a lançar álbuns de música portuguesa, a dar concertos e empresta ainda a sua voz a várias bandas sonoras televisivas.

A canção “Afinal havia outra” foi interpretada em versão inglesa pelo cantor David Fonseca a pedido dos Gato Fedorento e foi cantada na XXXVII Gala dos Tesourinhos Deprimentes.

Mónica Ferraz

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Mónica Ferraz

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Iniciou estudos de balé, em 1983, e com apenas 3 anos recebeu um diploma da “Royal Academy of Ballet and Dance”. O seu percurso musical começa, em 1985, com os estudos de piano. Em 1990 começa a trabalhar como manequim, e em 1995 entra para a “Escola de jazz do Porto” onde frequenta aulas de canto jazz e aulas de canto lírico com o prof. Rui di Luna da Universidade de Lisboa.

Entre 1997 e 1999 estreou-se nos palcos do Jazz e fez parte do cartaz de dois dos mais conhecidos Festivais de jazz portugueses, “Matosinhos Jazz” e “ Funchal Jazz”.

Em 2000 colaborou no disco do Pirilampo Mágico coordenado por Fernando Girão. No ano seguinte participou no Festival RTP da Canção com “Secreta Passagem” da autoria do músico Miguel Braga.

Integra o projecto Mesa desde o seu início, em 2002. Colabora com a fadista Mafalda Arnauth no tema “Ó Voz da Minha Alma” (2003). Em 2007 colabora no tema “Eu Disse Que Sim” do segundo disco da Filarmónica Gil. Em 2009 participa no disco dos Blunder.

Em 2010 lança-se a solo com o álbum Start Stop e sai dos Mesa e integra uma edição conjunta com André Indiana. Os videoclips de ambos são gravados no Estúdio 33 de Luís de Matos e produzidos por Jonathan de Torre.

Foi nomeada para o título de Best Portuguese Act nos MTV Europe Music Awards de 2012, que viria a ser ganho pela cantora Aurea.

Em 2014 lança o álbum Love.

Miguel Gameiro

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Miguel Gameiro

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Miguel Gameiro (Lisboa, 15 de fevereiro de 1974) é vocalista fundador da banda portuguesa Pólo Norte e cantor solo desde 2010.

Inicia-se na música em 1992, com 18 anos, como um dos fundadores dos Pólo Norte. Desde cedo se interessou pela escrita e pela música, interesse esse que se viria a revelar crucial na composição de algumas das mais emblemáticas canções do grupo.

Em 1994 é editado o primeiro álbum do grupo, “Expedição”.

Colabora com Paulo Pedro Gonçalves no projecto Ovelha Negra. Anda em digressão com o projecto Portugal A Cantar.

Em 2010 lança o seu disco de estreia a solo “A Porta ao Lado” enquanto o grupo Pólo Norte faz uma pausa.

O álbum “11 Canções” é lançado em 2013.

Em 2015 é o autor da canção “Há um mar que nos separa”, interpretada por Leonor Andrade, que vence o Festival RTP da Canção desse ano.